3 notas sobre a morte de David Bowie

O que eu trouxe na bagagem da Colômbia

A(s) pergunta(s) que eu não fiz para Steve Aoki

21 de jan. de 2013

Elton John vem aí

Em anos mais recentes, começou a cair em desuso a ladainha segundo a qual BH está fora da rota de atrações internacionais que excursionam pelo Brasil. Ok, o volume de shows gringos que chegam até aqui ainda passa longe do que se vê em SP e no Rio (e até em Porto Alegre, recentemente), mas não dá para manter a mesma intensidade de reclamação de tempos passados depois de um ano em que Minas viu Morrissey, Robert Plant, Jon Anderson, Demi Lovato, Joe Cocker e Alanis, só para citar os que me ocorrem na memória agora (2010 e 2011 também renderiam uma lista se não longa, ao menos interessante, com Ringo Starr, Rihanna e Guns no meio). O que ainda nos falta, certamente, é ter acesso aos GRANDES show internacionais.

Impossível saber o que será de 2013, mas os primeiros sinais não desanimam. Até o momento, BH soma cinco shows gringos agendados, sendo quatro em março (abaixo), e, finalmente, o Mineirão entra novamente no jogo para disputar mega-shows que porventura passem pelo país. Quem puxa a fila é Elton John, no dia 9/3, e a Minas Arena, administradora do estádio, garante que pelo menos mais quatro apresentações estão para acontecer por lá este ano - produtores locais me afirmaram o mesmo nesta reportagem que fiz no fim de 2012. Dentre essas possibilidades, assegura a boatolândia, está um certo inglês de Liverpool que um dia tocou naquela banda que bagunçou o mundo nos anos 1960.

Só para refrescar a memória, o Mineirão recebeu shows internacionais pela última vez há sete anos, em 2006, quando o Black Eyed Peas e o New Order se apresentaram no extinto Pop Rock Brasil. Antes disso, tivemos Kiss, em 1983. Que o já histórico encalhe de ingressos de Lady Gaga e Madonna sirva para que produtores enxerguem público fora do eixo Rio-SP. Que essa pasmaceira, enfim, termine.

DJ Tiësto
2/02 (sábado), 16h. Entre R$160 e R$440. Expominas (Avenida Amazonas, 6030, Gameleira). www.centraldoseventos.com.br

Jonas Brothers
8/03 (sexta), 21h30. Entre R$220 e R$280. Chevrolet Hall (Avenida Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi). www.chevrolethall.com.br

Elton John
9/03 (sábado), 22h. Entre R$100 e R$700. Mineirão (Avenida Antônio Abrahão Caram, 1001). www.livepass.com.br

Ian Anderson
15/03 (sexta), 21h. Entre R$100 e R$300. Palácio das Artes (Avenida Afonso Pena, 1537). www.palaciodasartes.com.br

Tim Reynolds, guitarrista da Dave Matthews Band, também vem ao país e passa por BH em março, conforme antecipou José Norbert Flesch. Só falta definir datas e locais.

13 de jan. de 2013

'Cês achavam mesmo que eu tinha parado? Aposentei não, uai'

Eternamente assegurado como o camaleão do rock, David Bowie talvez jamais nos levaria a imaginar que uma das facetas que poderia vir a assumir em sua condição mutante seria a do mineiro come quieto. Pois foi o que ele provou ser neste início de 2013.

Declarado aposentado por seu biógrafo Paul Trynka, em 2011, e vítima de boatos segundo os quais estaria sofrendo de uma doença terminal, ele surpreendeu o mundo da música ao anunciar, de uma só vez, música, clipe e disco novos - este último com a lista de faixas completa e data de lançamento que já está quase aí: 8 de março. "Where Are We Now", o single, e "The Next Day", o álbum, são o primeiro material inédito de Bowie em uma década.

Mesmo descontados esses boatos nunca confirmados pelo próprio, quem apostaria que ele, que leva hoje uma vida reclusa em Nova York, estava na ativa? Em tempos de paparazzi, redes sociais, informação em tempo real e o já clichê do vazamento de lançamentos musicais, é mais impressionante ainda imaginar que Bowie já trabalhava há algum tempo em material novo e nenhuma palavra a respeito atravessou as paredes do estúdio. Come quieto nível avançado II. Só falta falar uai.

O efeito surpresa e o entusiasmo consequente, dados todos esses fatores, se converteram em bons resultados no mercado: o single liderou a lista de downloads no iTunes na semana de lançamento e garantiu um sexto lugar na parada britânica, feito que o músico não atingia há duas décadas. O disco novo, ainda em pré-venda, foi líder na versão brasileira do iTunes. Ouça a música nova:



 Leia este e outros posts no Meu Segundo Caderno.

11 de jan. de 2013


Lemmy e seu Motorhead, apesar da postura casca-grossa, se renderam à moda, mas em nome da causa rocker. A banda lançou uma linha de headphones - recentemente alçados a acessórios de moda. Dá até para sair por aí pagando de poser, mas a intenção primeira dos aparelhos lançados pela banda é otimizar a experiência de quem ouve rock pesado. A tecnologia dos fones evidencia os sons médios, mais comuns no heavy metal. Há nove modelos diferentes, sendo três headphones (entre US$99 e US$129) e seis earphones (entre US$49 e US$59). Saiba mais aqui.



O Motorhead chega no rastro de outros artistas. Reis do merchandising, os caras pintada do Kiss lançaram um modelo com a logo da banda ainda em 2010. Em sites gringos, dá para achar por US$55.


Os mais famosos headphones atrelados a um nome da música, no entanto, são os da linha Beats Studio, lançada por Dr. Dre em 2011. Bonitos por fora, prometem isolamento acústico por dentro. No Brasil, os preços ultrapassam a casa dos R$1.500.


5 de jan. de 2013

"Channel Orange", do rapper Frank Ocean, provavelmente foi o melhor disco do ano na visão da crítica. O lançamento foi o mais mencionado pelos críticos nos top 10 mundo afora. A propósito, sendo ou não o novo rock conforme se proclama por aí, o rap ao menos foi o gênero que mais se aproximou da unanimidade na eleição dos melhores discos de 2012. Seguindo Frank Ocean, o rapper Kendrick Lamar teve um dos lançamentos mais mencionados nas listas: "good kid, m.A.A.d city".

Para deixar 2012 para trás de vez, este blog fez uma varredura nas listas de melhores discos do ano de 10 veículos gringos para achar os melhores dos melhores. O caminho para encontrar os "dez mais dos dez mais" foi simples. Quem tinha mais menções nas listas de NME, Rolling Stone USA, Spin, Spinner, Pitchfork, Stereogum, The Guardian, MTV.com, BBC e Fact Magazine foi passando na frente.

58 lançamentos foram citados nestas dez listas, mas só dois deles se aproximaram da unanimidade, como dito acima: Frank Ocean e Kendrick Lamar apareceram em 9 das dez listas. Fiona Apple e Japandroids apareceram em metade delas. Na sequência, Grimes e Swans apareceram em quatro. Tame Impala, Jessie Ware e Alt-J, em três. E, finalmente, Miguel, em duas. No desempate, quem tinha mais menções entre o 1º e o 5° lugar pegou a posição da frente.

43 discos ou 74% dos listados foram citados uma única vez - o que mostra uma forte discordância - ou variedade de pontos de vista, como quiser - por parte da crítica.

Abaixo, o resumo disso tudo e as listas de cada um dos veículos mencionados.




NEW MUSICAL EXPRESS
1 "Lonerism", Tame Impala
2 "Visions", Grimes
3 "Channel Orange", Frank Ocean
4 "(III)", Cristal Castles
5 "An Awesome Wave", Alt-J
6 "Given to the Wild", The Maccabees
7 "Beard Wives Denim", Pond
8 "In the Bellow of the Brazen Bull", The Cribbs
9 "Jake Bugg", Jake Bugg
10 "Django Django", Django Django

ROLLING STONE
1 "Wrecking Ball", Bruce Springsteen
2 "Channel Orange", Frank Ocean
3 "Blunderbuss", Jack White
4 "Tempest", Bob Dylan
5 "The Idler Wheel Is Wiser than the Driver of the Screw and Whippin Cords Will Serve You More than Ropes Will Ever Do", Fionna Apple
6 "good kid, m.A.A.d city", Kendrick Lamar
7 "Here", Edward Sharpe & The Magnetic Zeros
8 "Uno!", Green Day
9 "Celebration Rock", Japandroids
10 "Psychedelic Pill", Neil Young and Crazy Horse

SPIN
1 "Channel Orange", Frank Ocean
2 "good kid, m.A.A.d city", Kendrick Lamar
3 "Celebration Rock", Japandroids
4 "Teklife Vol. 1 - Welcome to the Chi", DJ Rashad
5 "Kaleidoscope Dream", Miguel
6 "The Haunted Man", Bat For Lashes
7 "The Seer", Swans
8 "R.A.P. Music", Killer Mike
9 "Twins", Ty Segall
10 "Master of My Make-Believe", Santigold

SPINNER
1 "The Idler Wheel Is Wiser than the Driver of the Screw and Whippin Cords Will Serve You More than Ropes Will Ever Do", Fionna Apple
2 "Channel Orange", Frank Ocean
3 "Celebration Rock", Japandroids
4 "good kid, m.A.A.d city", Kendrick Lamar
5 "Old Ideas", Leonard Cohen
6 "A Thing Called Divine Fits", Divine Fits
7 "Tramp", Sharon Van Etten
8 "Boys & Girls", Alabama Shakes
9 "Bloom", Beach House
10 "Visions", Grimes

PITCHFORK
1 "good kid, m.A.A.d city", Kendrick Lamar
2 "Channel Orange", Frank Ocean
3 "The Idler Wheel Is Wiser than the Driver of the Screw and Whippin Cords Will Serve You More than Ropes Will Ever Do", Fionna Apple
4 "Lonerism", Tame Impala
5 "The Seer", Swans
6 "Visions", Grimes
7 "Bloom", Beach House
8 "Kill For Love", Chromatics
9 "The Money Store", Death Grips
10 "Shields", Grizzly Bear

STEREOGUM
1 "The Idler Wheel Is Wiser than the Driver of the Screw and Whippin Cords Will Serve You More than Ropes Will Ever Do", Fionna Apple
2 "Channel Orange", Frank Ocean
3 "good kid, m.A.A.d city", Kendrick Lamar
4 "The Seer", Swans
5 "Devotion", Jessie Ware
6 "Attack on Memory", Cloud Nothings
7 "Celebration Rocks", Japandroids
8 "Heaven", The Walkmen
9 "Something", Chairlift
10 "Swing Lo Magellan", Dirty Projectors

THE GUARDIAN
1 "Channel Orange", Frank Ocean
2 "Visions", Grimes
3 "Devotion", Jessie Ware
4 "Swing Lo Magellan", Dirty Projectors
5 "good kid, m.A.A.d city", Kendrick Lamar
6 "Lonerism", Tame Impala
7 "An Awesome Wave", Alt-J
8 "Coexist", The XX
9 "In Our Heads", Hot Chip
10 "The Bravest Man in the Universe", Bobby Womack

MTV.com
1 "Celebration Rocks", Japandroids
2 "good kid, m.A.A.d city", Kendrick Lamar
3 "Red", Taylor Swift
4 "Channel Orange", Frank Ocean
5 "Fear Fun", Father John Misty
6 "R.A.P. Music", Killer Mike
7 "Kaleidoscope Dream", Miguel
8 "Some Nights", Fun.
9 "Sweet Heart Sweet Light", Spiritualized
10 "The Idler Wheel Is Wiser than the Driver of the Screw and Whippin Cords Will Serve You More than Ropes Will Ever Do", Fionna Apple

BBC MUSIC BLOG
1 "good kid, m.A.A.d city", Kendrick Lamar
2 "Channel Orange", Frank Ocean
3 "One Day I'm Going to Soar", Dexys
4 "Devotion", Jessie Ware
5 "Trouble", Totally Enormous Extinct Dinosaurs
6 "The Money Store", Death Grips
7 "Reggae Music Again", Busy Signal
8 "Love This Giant", David Byrne and St. Vincent
9 "An Awesome Wave", Alt-J
10 "Boys & Gitls", Alabama Shakes

FACT MAGAZINE
1 "good kid, m.A.A.d city", Kendrick Lamar
2 "Dutch TV Ashar Plumes", Lee Gamble
3 "Playin Me", Cooly G
4 "Celestial Joy", Horrid Red
5 "Godo f Black", Spaceghostpurrp
6 "How to Dress Well", Total Loss
7 "Classical Curves", Jam City
8 "From the Far Future Part. 2", Terrence Dixon
9 "The Seer", Swans
10 "Rückverzauberung 6", Wolfgang Voigt



3 de jan. de 2013

Queridinhas do mundo da moda há algum tempo e dos fãs de rock desde sempre, as camisetas de bandas ganharam uma lista do tipo best-selling na Inglaterra. A rede de lojas HMV, focada em produtos de música, cinema e tecnologia, revelou as dez camisetas de rock mais vendidas em 2012. Em meio a muitas estampas retrô, o modelo que reproduz o cartaz da turnê norte-americana de 1978 do Black Sabbath liderou as vendas. David Bowie, Beatles e Led Zeppelin também aparecem na lista.


1) Black Sabbath - US Tour 78


2) Led Zeppelin - USA 77


3) Led Zeppelin - Celebration Day


4) David Bowie - Smoking


5) Bruce Springsteen - Sand Tour


5) Foo Fighters - Gold logo


6) AC/DC - Angus And Brian


7) Metallica - Skull Explosion


8) Rolling Stones - Union Jack Tongue


9) Beatles - Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band


10) Guns N' Roses - Appetite For Destruction



28 de dez. de 2012


O mundo não acabou, 2012 também não (quase), mas este blog só quer saber de 2013. Por isso, ao contrário dos anos anteriores, uma tentativa de retrospectiva (que fiz de alguma forma no Data Música (aqui e aqui) vai dar lugar a algumas perguntas que podem encontrar respostas no ano que em breve começará. São cinco, que entrarão no ar ao longo da semana. Voilá:

O Lolla BR virou um bicho papão?

5)O Lollapalooza vai engolir os outros festivais brasileiros?
Este ano o SWU foi cancelado e o Planeta Terra não vendeu tanto quanto em edições anteriores. Para 2013, não sabemos ainda o destino do primeiro e o segundo chegou a ser vítima de boato que profetizava seu fim - prontamente desmentido pela organização. Partidários da teoria da conspiração dizem que é tudo culpa do Lollapalooza, que faz a rapa das boas atrações logo no início do ano e não deixa tantas opções assim para quem vem depois na fila de festivais - Leo Ganem, CEO da produtora responsável pelo Lolla aqui deu força à teoria ao postar no Twitter:  "Já enterramos o SWU, agora vai o Planeta Terra". São cerca de 60 shows no festival de Perry Pharrel. Só se mostra inabalável diante da concorrência o Rock in Rio, cuja marca é sólida e suficientemente atrativa aos olhos do público, e chega a ser maior que qualquer atração que ele possa anunciar (vide a venda bem-sucedida de ingressos, esgotada em poucos minutos, mesmo com uns 10% dos nomes confirmados). A briga pode ainda ficar melhor com a chegada do Coachella ao país em 2014. O festival californiano tem pinta de gigantismo, assim como o Lolla. Mas isso é assunto para o fim do ano que vem.

27 de dez. de 2012

O mundo não acabou, 2012 também não (quase), mas este blog só quer saber de 2013. Por isso, ao contrário dos anos anteriores, uma tentativa de retrospectiva (que fiz de alguma forma no Data Música aqui e aqui) vai dar lugar a algumas perguntas que podem encontrar respostas no ano que em breve começará. São cinco, que entrarão no ar ao longo da semana. Voilá:

Encalhe de ingressos de Madonna e Gaga deixa lições

4)O encalhe de ingressos histórico de Madonna e Lady Gaga vai provocar alguma mudança na política de shows gringos no Brasil?
Elas são grandes, elas são divas. Mas as duas loiras do pop venderam (muito) menos que o esperado em suas turnês pelo Brasil e o fracasso de vendas virou notícia até fora do país. As tentativas de explicação foram muitas: ingressos caros, proximidade de datas de ambas as turnês, hiperconcentração de shows no eixo Rio-São Paulo, dimensionamento errôneo de público, repeteco de atração no caso de Madonna (que já tinha se apresentado no Rio e em São Paulo em outras duas turnês). O motivo real ninguém sabe ou, pelo menos, ninguém disse. Mas algumas hipóteses podem ser convertidas em lições e postas em prática a partir do próximo ano: praticar preços menos absurdos, com o suporte de uma nova lei da meia-entrada, levar shows para outras capitais (muitas das quais terão estádios novos em folha e bem estruturado para o caso de apresentações deste porte) e buscar espaços de médio porte, à semelhança de muitas arenas nos Estados Unidos. Vamos ver se a mina de ouro que virou o Brasil para shows internacionais vai encontrar novas maneiras de ser explorada.

O mundo não acabou, 2012 também não (quase), mas este blog só quer saber de 2013. Por isso, ao contrário dos anos anteriores, uma tentativa de retrospectiva (que fiz de alguma forma no Data Música aqui e aqui) vai dar lugar a algumas perguntas que podem encontrar respostas no ano que em breve começará. São cinco, que entrarão no ar ao longo da semana. Voilá:

Mudança na lei da meia entrada pode (pode?) diminuir valor dos ingressos

3)Vamos pagar mais barato para ver shows?
É praxe reclamar do quanto pagamos mais caro que em outros países para ver as mesmas atrações e é consenso que a culpa é do uso indiscriminado e ilegal do benefício da meia-entrada - gente que forja documentos para se beneficiar do direito garantido por lei. A fórmula é simples: a possibilidade de pagar metade do preço atrai gente que tem e que finge ter o direito, o que aumenta a quantidade de ingressos vendidos a preço em tese menor e obriga os produtores a jogarem os valores da inteira pra cima, de modo a garantir custeio e lucros do evento. No fim das contas, tudo fica caro e uma meia aqui às vezes é mais que o valor integral de um ingresso em países vizinhos. Isso pode mudar já em 2013, quando o Congresso votar o projeto que estipula mudanças para o benefício. Em linhas gerais, a nova lei vai limitar em 40% a quantidade de ingressos de meia (o que permitiria aos produtores um controle sobre o total de entradas vendidas a preço menor e, com isso, uma previsão de lucros menos flutuante) e conceder o direito de expedição do documento apenas a entidades estudantis, com material produzido pela casa da moeda (de modo a evitar falsificações e conceder o direito a estudantes, digamos, no sentido mais tradicional do termo). Gente grande do mercado de shows, como os responsáveis pelo Lollapalooza, já garantiram que essas mudanças são suficientes para diminuir o preço dos ingressos. A ver. Enquanto isso, ninguém fala sobre a absurda cobrança da taxa de conveniência...
Tecnologia do Blogger.