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O que eu trouxe na bagagem da Colômbia

A(s) pergunta(s) que eu não fiz para Steve Aoki

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11 de mai. de 2015

Ainda bem que eu tenho os Beatles para colorir e posso, assim, fugir das tediosas e repetitivas mandalas

Nos últimos quinze dias eu dei uns rolês por umas quatro ou cinco livrarias, aqui em BH e em São Paulo, e me deparei com a onda dos livros de colorir para adultos. Onda, não. Tsunami, porque a coisa veio com força descomunal e de maneira repentina. Em quaisquer das livrarias, lá estavam os livros de colorir em pilhas imensas, expostos bem na entrada, para (retro)alimentar um desejo misterioso surgido do nada por colorir desenhos.

Em tese, problema nenhum. Não me importa se isso é uma moda passageira, um fenômeno saudosista ou o indício de uma mudança comportamental e surgimento de uma nova tendência - quem tem um hábito, seja lá qual for, o mantém independente das oscilações do mundo exterior. Mas me incomodou demais notar que em todas as livrarias os livros eram sempre os mesmos. Exatamente os mesmos - aqueles com desenhos de paisagens naturais, flores, folhas, mandalas, com padrões repetitivos.

Muita gente pode ter ficado com vontade de colorir da noite pro dia, mas nem todo mundo tem vontade de colorir essas coisas. Eu não tenho. Quero colorir coisas que tenham a ver comigo e de que eu goste. Desenhos dos Beatles, por exemplo. As fotos deste post são de um livro de colorir que comprei há três anos em Liverpool, no Beatles Story, o museu que conta a história da banda. Queria achar outras coisas ligadas a este universo musical. Tem gente que deve estar a fim de colorir os heróis da Marvel, outros a fim de uns desenhos de Star Wars, outros dos Simpsons. Ou paisagens de cidades futurísticas, de grandes obras de arte, das sete maravilhas do mundo, do espaço, de aliens, zumbis, whatever.



E aí que tem umas outras opções de livros do tipo no mercado (desenhos do Warhol, do Van Gogh, uns desenhos divertidíssimos de suruba feitos por vários cartunistas brasileiros), e eu não entendo porque as livrarias simplesmente não aproveitam a onda para expor uma gama maior de produtos aos seus clientes. E não entendo porque os detentores dos direitos de personagens e franquias como as que eu citei acima não acordam pra vida e lançam livros com seus personagens para surfar na onda, ganhar um $ a mais e ainda fazer a alegria da galera que está órfã de livros de colorir que dialoguem com seus interesses.

A internet, como sempre, muito mais rápida, já oferece opções menos pasteurizadas, caso dos sites Super Coloring e The Color (desconsidere o uso de Comic Sans).

PS: Sim, é verdade o que dizem. Colorir realmente ajuda a dar uma relaxada, a mergulhar em um outro mundo, além de fazer o tempo voar sem você perceber. Mas também deixa a mão doendo pra caramba, mas isso não te dizem.

21 de fev. de 2014

A estátua de Kurt inaugurada ontem, em Aberdeen, e o detalhe que a ~obra~ traz no rosto: uma lágrima

Como já tinha dito aqui antes, neste ano, Aberdeen, cidade natal de Kurt Cobain, transformou o dia 20 de fevereiro no Kurt Cobain Day. A data coincide com o aniversário do líder do Nirvana, que teria completado 47 anos caso não tivesse se matado há duas décadas. Para a primeira celebração da data, ontem, autoridades locais revelaram ao público uma estátua do músico, que a partir de agora ficará em exposição no Museu de História de Aberdeen.

Com uma lágrima no rosto, uma aparência, digamos, não tão fiel aos traços de Kurt, e uma beleza também distante da apresentada pelo moço quando vivo, a "obra de arte" repercutiu na internet pelos exatos motivos citados anteriormente, mas tudo isso passa longe dos detalhes pitorescos que permeiam a história da escultura.  

A estátua está pronta há vinte anos e é de autoria de uma fã local, Randi Hubbard, uma ex-motorista de caminhão que pilotava o veículo em competições. Ela começou a se envolver com a arte de esculpir pouco depois da morte da mãe, dois anos antes do suicídio de Cobain.

Uma escultura pequena em barro e cera feita por Hubbard uma noite antes do corpo de Kurt ser encontrado (!!!) foi a referência inicial para o trabalho. A versão em tamanho real, revelada ontem, pesa aproximadamente 270 quilos.

Courtney Love chegou a oferecer para Hubbard moldes de gesso das mãos de Kurt, à época, para ajudar na produção da versão gigante (how the hell essa mulher arrumou moldes das mãos do Kurt?). Já o avô do músico acompanhou todo o progresso do trabalho da fã pessoalmente.

"All Apologies", uma das músicas do Nirvana, é o nome que Hubbard deu para a obra e o tema que a inspirou durante o trabalho. A ~polêmica~ lágrima que escorre do rosto da estátua é a síntese da inspiração encontrada na música, segundo declarou a autora aos jornais em 1994. "Todos temos um Kurt Cobain dentro de nós. Possivelmente, todos já estivemos no limite", ela resumiu.

A peça passou estes últimos 20 anos nos fundos da loja de peças automotivas do marido de Hubbard. Em 1994, três meses após a morte de Kurt, a prefeitura chegou a planejar uma exposição da estátua por três meses em um parque da cidade, mas voltou atrás diante de reclamações de moradores indignados pela homenagem a um jovem drogado e suicida.

A crítica à celebração de uma personalidade autodestrutiva permanece 20 anos depois, e foi um dos pontos levantados pela cobertura norte-americana dos eventos realizados ontem. Mas, pelo visto, a força do revival e da efeméride - em abril serão 20 anos da morte do músico - serão mais forte que o clamor popular. Não tem mais volta. Agora vamos ter que encarar pra sempre a tristeza de Kurt em uma de suas formas menos bonitas. Meh.

Randi Hubbard posa para jornal do Oregon em julho de 1994, enquanto produzia a estátua






17 de fev. de 2014


Capa de "Na Medida do Impossível" (no alto) traz referência de imagem do fotógrafo japonês Kimbei (acima)

Muito linda a capa do novo disco solo de Fernanda Takai, "Na Medida do Impossível". A arte é inspirada em uma imagem do fotógrafo japonês Kusakabe Kimbei (1841-1934), "Japonesa sobre a tempestade". As bolas de neve me remeteram imediatamente me remeteram à capa de "Isopor", disco do Pato Fu de 1999, mas isso é uma viagem bastante pessoal.

Previsto para ser lançado em março, "Na Medida do Impossível" tem repertório que desperta, no mínimo, curiosidade. Fernanda regravou um dos principais sucessos de Reginaldo Rossi ("Mon amour, meu bem, ma femme") e do Padre Zezinho ("Amar como Jesus amou"), este último em parceria com outro padre ~musical, Fábio de Melo. Aguardemos.


13 de fev. de 2014



Detalhe de"a premonição do É  o Tchan", uma das cenas da grande obra de Bosch


Uma usuária do tumblr gravou no piano as notas de uma partitura musical desenhada no bumbum de uma das figuras retratadas em "O Jardim das Delícias Terrenas", famosa obra do holandês Hieronymus Bosch pintada em torno de 1500.

No post, ela conta que analisava o quadro com um amigo quando notou o detalhe das notas musicais impressas no corpo de um dos pecadores pintados por Bosch no painel direito do tríptico - a obra retrata a criação do mundo ao centro, o paraíso à esquerda e o inferno à direita.

Após verter a partitura para a notação moderna e fazer a gravação ao piano, ela definiu o resultado como uma "música do bumbum dos infernos de 600 anos". Se ela fosse brasileira, certamente teria dito que foi uma premonição de Bosch sobre o advento do É o Tchan. Ouça o resultado aqui.

12 de fev. de 2014

Vida longa às inimigas e aos gênios anônimos da internet


Não fosse a falta de tradição no Brasil de lançar singles para venda no mercado, e não fossem também as complicadíssimas leis que regem os direitos de marca e direitos autorais, eu acho que Valesca Popozuda deveria fazer um relançamento de "Beijinho no Ombro" só para poder usar como capa a imagem acima que circulou hoje pelo meu feed do Facebook. Simples e genial.

Tão simples e tão genial que a sacada revela a razão de tanto recalque nesse mundo: subliminarmente, esse sentimento que virou tendência em tempos de internet habita a cozinha de nossas casas há décadas e é com ele que temos nos alimentado nesses anos todos. Beijinho no ombro pra vocês, geração nutrida à base de aveia Rekauq.

3 de fev. de 2014

Cadê o teu deus do abecedário da Xuxa agora?

A jovem ilustradora norte-americana Vivian Loh criou um alfabeto inteiramente inspirado nas formas e poses de Beyoncé. As 26 letras do alfabeto (k, w e y inclusas na brincadeira) "celebram a história musical do ícone pop", nas palavras de Loh.

É possível identificar facilmente alguns figurinos e cortes de cabelo usados pela cantora ao longo de sua carreira solo, caso da foto de capa de seu primeiro disco, "Dangerously in Love" (2003), que virou a letra "C", e do macacão bafo azul brilhante criado por Vrettos Vrettakos para integrar o figurino da "Mrs. Carter Tour", que virou a letra "H".

Clique aqui para ver a imagem acima e cada letra, individualmente, em tamanho maior.

4 de jun. de 2012



Quatro anos atrás o artista norte-americano Shepard Fairey usava o que se transformaria no seu mais conhecido trabalho até hoje para traduzir o sentimento de uma vasta parcela da população de seu país. Um cartaz que trazia uma foto de Obama em serigrafia com a palavra "HOPE" escrita logo abaixo sintetizava as expectativas que os eleitores tinham em relação ao então candidato democrata e se tornaria no ícone da campanha vencedora de Obama.

Hoje, a esperança ainda sente os efeitos do banho de água fria que levou da crise econômica que eclodiria ainda em 2008 e Obama já não é mais o messias que parecia ser. Mesmo assim, questões da "América" continuam pautando as criações de Fairey. Ele acaba de produzir onze telas, uma para cada faixa do novo disco de Neil Young, "Americana", conjunto de versões para clássicos da música folk dos Estados Unidos. Muitas das imagens têm uma estética combativa e revolucionária para casar com os versos que tratam da alma Americana.

Pouquíssimas dessas onze imagens caíram na internet (uma delas é a feita para a faica "This Land Is My Land", acima), mas é possível ver todas elas, de uma maneira belíssima, em um filme de 40 minutos que Neil Young fez para acompanhar o primeiro disco em nove anos com a Crazy Horse. O filme, que imita o cinema mudo, conta a história de um escritor que vai em uma galeria de arte à procura de imagens para ilustrar seu livro. Progressivamente, ele vai encontrando as imagens feitas pelo próprio Fairey. A trilha sonora é o próprio disco, cujas faixas surgem no momento em que são mostradas as telas correspondentes - algumas com belos closes que evidenciam detalhes e texturas. Filmes da era do cinema mudo completam a edição do vídeo.

"Americana" tem lançamento oficial amanhã (5). O vídeo pode ser visto no site de Neil Young.

7 de mai. de 2012




Ao contrário do que a teoria da conspiração sempre quis fazer crer, Elvis morreu. Ao menos, assim o crê Stan Lee, que acaba de transpor para os quadrinhos a imaginária tentativa do rei do rock de passar pelos portões do paraíso e pela sabatina de Deus. A história, cujo teaser foi liberado no vídeo acima, faz parte da graphic novel "Graphic Elvis", que reúne quadrinhos de outros artistas em tributo aos 35 anos da morte do cantor, completados este ano. Apenas 2.500 cópias da obra serão vendidas, ao preço de US$195. Quem quiser, é só clicar aqui.

16 de abr. de 2012

Volta e meia ouve-se dizer que a tecnologia ajuda a trazer de volta quem não está mais entre nós. Dois exemplos recentes da afirmativa corriqueira:

1) O holograma do Tupac no show do Snoop Dogg no Coachella. O ano passado surgiu um rumor de que Paul e Ringo fariam algo parecido com hologramas do John e do George. Nada aconteceu, até que o rap fez o serviço.




2) O tumblr keithharing.tumblr.com/, uma extensão da exposição Keith Haring 1978-1982, em cartaz no Brooklyn Museum, em Nova York, até o dia 8 de julho. Diariamente, enquanto a mostra estiver aberta ao público, serão postadas no tumblr páginas dos diários de Keith Haring. São desenhos, poemas, pensamentos e rascunhos que tornam o artista e a exposição mais próximos.


2 de abr. de 2012

O artista pop Peter Blake está chegando aos 80 anos e para comemorar decidiu recriar a sua obra mais conhecida: a capa de "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band". Para isso, colocou novos personagens no lugar daqueles que aparecem na capa original - os Beatles foram reduzidos unicamente ao Paul. Curioso é notar que a versão século XXI da capa, considerada um dos ícones da cultura pop, tem um pé muito mais presente no pop que a capa mãe, cujo time de personalidades transitava entre o cult e o ideológico, com toques de provocação. Divagações à parte, para saber quem é quem no "novo" Sgt. Peppers, é só clicar aqui para ver o infográfico detalhado que o sempre descolado Guardian fez.


 

11 de jan. de 2012

Bateu um vazio

Tumblrs, em sua maioria, são engraçadinhos, descolados, críticos, debochados. O Live! I see dead people é o primeiro tumblr triste com o qual me deparo. A proposta da página é reproduzir capas de discos retirando da imagem original os músicos já falecidos. Uma ideia simples, executada na base do photoshop e genéricos, mas um choque de realidade, um sentimento de vazio.

A fotografia imortaliza. "Só que não", gritam em tom "memeistíco" as interferências feitas nas capas. Aí sua ficha cai e você se lembra que só sobrou um quarto dos Ramones. Metade dos Beatles. E nada de Elvis ou Jeff Buckley. Para sofrer um pouquinho é só visitar http://liveiseedeadpeoples.tumblr.com/

21 de out. de 2011

O clipe de "Doughnut", da banda norte-americana Parenthetical Girls, é daqueles feitos para bombar nesses tempos de internet. Para cada palavra da música, uma capa de disco correspondente, muitas delas paródias de capas famosas. Rola até uma paródia com a clássica capa de "Verde Que Te Quero Rosa", do Cartola. A concepção é do estúdio de desgin português Cãoceito. Todas as capas que aparecem no vídeo foram reunidas neste tumblr.


I Need Nothing - a nearly useless odyssey from Cãoceito on Vimeo.

16 de ago. de 2011

Music Phylosophy é o site criado pelo diretor de arte britânico Mico para abrigar os cartazes que ele cria a partir de versos de músicas de algumas de suas bandas preferidas. O acervo de imagens é pequeno, mas os poucos pôsteres publicados já valem a visita.





Os cartazes estão à venda, mas poderiam, mesmo, é virar estampa de camiseta.



Vá lá: www.musicphilosophy.co.uk

20 de jul. de 2011

Morreu no último domingo, aos 94 anos, segundo informaram hoje (20) seus representantes o designer gráfico norte-americano Alex Steinweiss (à direita). Ele criou a capa de disco nos anos 1930, ao estilizar as embalagens dos LPs, até então papéis pardos monótonos cuja única função era proteger os discos.

Parafrasenado aquele cara que dizem ter ido à Lua, foi um pequeno passo para um homem, mas um grande passo para o mundo da música. Com o vasto universo iconográfico que se constituiu a partir da criação de Steinweiss, a música popular ganharia um forte aliado no seu processo de consolidação como principal produto da indústria cultural, justamente num século em que a imagem se mostrou tão poderosa na comunicação de valores e ideias.

Abaixo, em cinco flashes, um resumo mais que resumido (e bastante pessoal) da história que Steinweiss começou.

Tédio. Antes de Steinweiss, era tudo assim. Alguém consegue decifrar de quem é esse disco?


Singularidade. Quando Steinweiss resolveu levar o design para a música, cada disco ganhou uma capa pra chamar de sua. Acima, primeira capa feita pelo designer, para o disco Smash Song Hits, da dupla Rodgers & Hart, de 1939.


Identificação. Em tempos de domínio do rádio e pré-MTV, era a capa quem apresentava o artista. Roberto Carlos faz pose, em 1964, para seu terceiro álbum, "É proibido fumar".


Referência. Uma certa banda inglesa - sim, aquela -, contribuiu para elevar a capa de disco ao status de ícone ao estampar um disco já revolucionário com uma imagem sem precedentes e largamente copiada nos anos que sucederiam o histórico 1967.


Repercussão. Já estabelecidas como elemento integrante do disco, as capas, não raras as vezes, se sobrepuseram, de uma forma ou de outra, à música que ajudavam a divulgar. Uma das mais recentes polêmicas foi a capa de "My Beautiful Dark Twisted Fantasy", de Kanye West, censurada nos EUA no ano passado.

7 de jul. de 2011

Além deste blog e do Twitter, arranjei outro playground virtual para brincar: mostratuacapa.tumblr.com. Meu tumblr - ou blog, ou tumblog (ninguém ainda padronizou o nome dessa coisa) - é inteiramente dedicado a capas de discos brasileiros. Há um culto muito grande na cultura pop em torno de capas de discos (históricas, polêmicas, curiosas, vanguardistas), mas o foco está sempre muito mais voltado para a produção internacional. A ideia, portanto, é resgatar e até mesmo descobrir o que a iconografia das capas de discos do Brasil tem a nos oferecer.

Visitem, comentem e contribuam com capas.

Vá lá: mostratuacapa.tumblr.com

19 de mai. de 2011

Um máximo a série LPop do artista espanhol Antonio de Felipe. São intervenções típicas de pop arte sobre um dos elementos mais pop que essa linguagem visual gerou no último século: capas de disco.






Veja a série completa no site do artista: www.antoniodefelipe.es

22 de mar. de 2011

O artista inglês Joe Simpson, muito afeito a pintar retratos, está produzindo uma série somente com imagens de músicos. Pra conferir, é só passar no site dele.

Jamie Cullum


Maxi Jazz (Faithless)



Ezra Koening (Vampire Weekend)

14 de mar. de 2011





Em tempos de MP3, downloads e afins, boa ideia a do tumblr Animated Albums, que adapta capas de disco a essa nova realidade. Mais aqui.

14 de fev. de 2011

Nos anos 1910, Picasso fez uma série de pinturas, colagens e esculturas consideradas fundamentais para o desenvolvimento do cubismo, todas elas tendo o violão como "modelo" central. Cerca de 70 dessas obras estão reunidas em uma exposição no Museu de Arte Moderna de Nova York. Graças à internet, porém, não é preciso ir até a Big Apple para conhecer esse trabalho exaustivo de desconstrução desse instrumento que se presta a tantos ritmos.
















Saiba mais sobre esta fase da carreira de Picasso aqui.

28 de abr. de 2010


70 Million by Hold Your Horses ! from L'Ogre on Vimeo.
Termino hoje a série de posts, iniciada na segunda, e que teve continuidade ontem, que revela quais são os quadros parodiados no clipe "70 million", da banda Hold Your Horses. Os quadros de hoje aparecem a partir de 1:54 (as pinturas que aparecem no refrão estão no post de ontem).

Salomé Com a Cabeça de São João Batista, Caravaggio

Olympia, Manet

A Liberdade Guiando o Povo, Delacroix

Sylvia van Harden, Otto Dix

O Beijo, Gustav Klimt

La Mariée, Chagall

As Meninas, Velasquez

Os Girassóis, Van Gogh
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