3 notas sobre a morte de David Bowie

O que eu trouxe na bagagem da Colômbia

A(s) pergunta(s) que eu não fiz para Steve Aoki

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21 de jun. de 2014

"Justin Bieber é o futuro do rock", diz Iggy. OI Q???

Tudo que eu queria ter postado essa semana, mas não postei:

- Anistia Internacional usa Iggy Pop e Justin Bieber para mostrar a ineficácia da tortura

- Morrissey homeopático: mais uma faixa do novo "World Peace is None of Your Business", "The Bullfighter Dies"

- Warpaint faz cover de Duran Duran para tributo à banda. Ouça "The Chaffeur"

- Superjam: Skrillex, Lauryn Hill, Warpaint e Janelle Monae dividem o palco no Bonnaroo

- Os meninos ferdinandos estão de volta por completo: turnê do Franz Ferdinand no Brasil passa por São Paulo, no dia 30 de setembro, e no Rio, no dia 2 de outubro, como já havia sido anunciado

- Um clipe bonito para uma música bonita: "Shades of Cool", da Lana del Rey

- Josh Homme apresenta a nova "Villains of Circumstance"

- Interpol também tem novidade: "Anywhere"

- Metallica lança versão oficial de "Lords of the Summer"

9 de jun. de 2014

Sim, dá para amar Josh Homme cada vez mais

Eu sei, a simples existência de Josh Homme já traz algumas centenas de motivos para amá-lo loucamente. Mas o frontman mais macho alfa da história adicionou mais uma razão à lista neste fim de semana. Durante o show de seu Queens of the Stone Age no Rock am Ring, festival alemão realizado na cidade de Nuremberg, Josh interrompeu a introdução de "A Song for the Deaf" para dar uma bronca nos seguranças do evento que impediam o pessoal da plateia de subir nos ombros dos outros, aquele recurso básico que muita gente usa pra ver um pouquinho melhor o palco. Em um ímpeto lindo de desobediência civil, Josh desautorizou a segurança e falou para o pessoal fazer o que bem entendesse.

Não sabia que isso era prática em festivais gringos, mas quem frequenta festivais aqui já deve ter visto cena semelhante quando alguém do público é colocado sobre os ombros de outra pessoa. Imediatamente os seguranças pedem que a pessoa desça. A desculpa, segundo corre por aí, é que isso atrapalha a visão de quem está atrás. Sim, atrapalha. Mas, pohãn, ninguém fica o show inteiro nos ombros de outra pessoa. Quando muito, uma musiquinha só. Que mal há?

Com tantas câmeras impunemente sendo levantadas em shows, igualmente atrapalhando a visão dos outros, mas orincipalmente alienando o dono da câmera em questão da experiência ao vivo, um gesto que te integra ao espetáculo não deveria ser tolhido. De maneira muito menos rebuscada e muito mais deliciosamente badass, o Ginger Elvis resumiu a ideia:

"Você não tem que descer do ombro desse cara. Vocês podem subir nos ombros dos outros, você podem curtir, vocês podem fazer o que quiserem. Não escutem a porra desse cara aqui. Subam nos ombros dos outros, enlouqueçam. Essa noite é de vocês, porra. Não deixem esses filhos da puta dizerem o que vocês devem fazer. Fodam-se esses caras"

Hero.

No vídeo abaixo, que traz o show do QOTSA completo em alta qualidade, a sequência começa na altura do minuto 58.


2 de abr. de 2013

Uma pausa nas modelos esqueléticas, nas trilhas sonoras e nas parcerias do tipo banda + estilista para falar de garotos. E de homens também. Aproveitando a ressaca do Lolla que não insiste em passar, vamos falar dos moços bonitos que subiram no palco do festival no último fim de semana e chamaram a atenção pela beleza, pelo visual e pela música também, vá lá.

Abrimos com o metrossexualismo de Brandon Flowers. A movimentação frenética do vocalista do Killers durante o show é inversamente proporcional ao cabelo cuidadosamente fixado com gel. O visual roqueiro de boutique mostra que o moço tem bom gosto para se vestir. E, apesar da cara de menino e da silhueta mignon, quando ele resolve tirar a jaqueta vemos que ele tem de presente braços discretamente definidos. Um charme a mais.



Ricky Wilson, do Kaiser Chiefs, com seu jeito indie arrumadinho de ser, chamou atenção pela jaqueta que eu gostaria de ter e pelos quilos a menos. Mas deixamos claro que amamos Ricky nas duas versões, bold e itálico.



Por fim, menção honrosa ao macho alfa da guitarra, ao deus da virilidade, Josh Homme. Como bom macho jurubeba que é, o que menos importa para ele e para nós é o que está vestindo, mas sua simples presença na praça obriga uma menção. Quem estava lá viu que a mulherada não economizou nos gritos de "gostoso" e na histeria. Ainda estamos todas sob efeito de Josh.


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