6 de out de 2013

Sou louca por ginástica artística desde o tempo em o esporte ainda era chamado de ginástica olímpica - cheguei até a ter aulas por uns dois anos, numa época pré-Daniele e pré-Daiane, e lembro-me de ter que ficar explicando na escola que coisa esquisita era aquela que eu fazia. Quando essa paixão apresenta encontros bem sacados com a música, minha paixão inconteste, eu dou um monte de duplo twist carpado de alegria. Foi o que aconteceu hoje, enquanto assistia à final do mundial de ginástica artística em Antuérpia, na Bélgica.

Em sua prova de solo, a romena Sandra Izbasa fez sua rotina de exercícios ao som de "Feeling Good", da Nina Simone. Longilínea e com uma graça toda peculiar na parte coreográfica, ela fez uma apresentação condizente com a beleza da música. Infelizmente, Izbasa perdeu altura na última acrobacia, o que a desequilibrou e lhe tirou dois pontos. Terminou a final em quarto lugar, com 13.733 pontos. O vídeo abaixo é um registro da mesma prova, mas no campeonato nacional de ginástica da Romênia, quando a atleta teve uma performance bem mais limpa e obteve incríveis 15.600 pontos.





Tendência
Já faz um tempo as ginastas não têm se limitado aos temas orquestrais para as trilhas das rotinas de solo, tirando a prova da mesmice. Um clássico da nossa ginástica nesse sentido - e, talvez, da ginástica mundial - é o Brasileirinho de Daiane dos Santos. No ano passado, as Olimpíadas de Londres também apresentaram exemplos muitos legais.  A romena Catalina Ponor fez sua rotina ao som de "Fever" (composição de Eddie Cooley e Otis Blackwell gravada por uma lista vasta de gente, de Elvis a Madonna); a australiana Lauren Mitchell, de "Besame Mucho" (Consuelo Vélazquez); e a britânica Beth Tweedle, de "Live and Let Die" (Paul McCartney).

Abaixo, na sequência, as performances de Daiane (primeiro vídeo), Catalina e Lauren (segundo vídeo, a partir de 14min20s ) e Beth (terceiro vídeo, em prova do campeonato britânico).


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